Destino


Acho que não sou muito boa em algo como todo mundo acaba sendo um dia, quer dizer, sou boa para conversar, resolver problemas,cuidar do meu irmão mas acho que isso não da dinheiro nee. Formei em História mas parece que foi ha tanto tempo porque vi que aqui no Brasil não existe essa profissão e agora estou fazendo um curso de computação gráfica sem apoio de ninguém, eu queria muito que desse certo sabe mas é como eu disse, eu não consigo me relacionar igual a maioria faz, às vezes posso estar pensando em outras coisas,em um livro, em um filme e uma parede vai ser feita na frente e nessa hora eu estarei em outro lugar e não é qualquer um que entende isso =/

Da série Greys Anatomy

O bebê que você tem
é o bebê destinado a ter.
Em que está pensando?
"Era para ser assim",
é o que os assistentes sociais
dizem.
Enfim, gosto de pensar
que é verdade.
Mas qualquer outra coisa
parece aleatória...
E se uma coisinha
que eu dissesse ou fizesse
pudesse fazer tudo
desmoronar?
E se eu tivesse escolhido
outra vida para mim?
Ou outra pessoa?
Talvez nunca
nos encontrássemos.
E se eu tivesse sido criada
diferente?
E se minha mãe
nunca adoecesse?
E se eu tivesse
um bom pai?
E se...
E se...
E se...

Sua vida é uma bênção.
Aceite isso. Não importa se é ferrada
ou sofrida. Algumas coisas vão se desenrolar
como se fosse o destino...

Sonhos

No fundo você esta perdida,  você não sabe para onde ir, você quer que alguém te segure e diga que vai ficar tudo bem mas todos estão com pressa e você só quer ir para a chuva, ler um livro, ver um filme, você não consegue viver como os outros, fingir e dizer coisas bonitinhas para agradar.

Do livro O apanhador no Campo de Centeio

Você sabe o que que eu quero ser? — perguntei a ela. — Sabe o que eu queria ser? Se pudesse fazer a merda da escolha?
— O quê? Pára de dizer nome feio.
— Você conhece aquela cantiga: ‘‘Se alguém agarra alguém atravessando o campo de centeio’’? Eu queria...
— A cantiga é ‘‘Se alguém encontra alguém atravessando o campo de centeio’’! — ela disse. — É dum poema do Robert Burns. (...)
— Seja lá como for, fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto — quer dizer, ninguém grande — a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o que que eu tenho de fazer? Tenho de agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo.